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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Testemunhos - São Charbel


Paróquia São Charbel – Campinas

Pároco: Pe. Salomão Eid - Frei Silvano
Av. José Bonifácio, 1428 - Jardim Flamboyant  cep13093-240 Campinas - SP  Telefone (19) 33056836
Horário das Missas:
Quartas, quintas e sextas às 19:00
Sábado às 17:00
Domingo às 11:00 e 17:00

CURSO HORE – Evangelização através das finanças pessoais.
Módulo Conhecer Maio/Junho 2012
Adultos - 4 encontros de 2h (próxima turma Março 2013)

É satisfatório saber que o CURSO HORE, desperta, naqueles que o fazem,  reflexão e mudança de hábitos. O que resulta numa intimidade maior com DEUS. O programa Católico de evangelização através das finanças pessoais chega ao seu objetivo, leia alguns testemunhos.
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“O curso mostrou de maneira prática o passo a passo para buscar o equilíbrio financeiro. E direcionar cada % para as necessidades do dia a dia. Obrigada, foi muito bom também o grupo, as músicas e a vontade de cada um melhorar a maneira de lidar com as posses agradando a DEUS.”
Graciela  (Engenheira Civil)
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“Jamais na minha vida tinha parado para refletir sobre tanta coisa importante como Deus, Pai, Filho e Espírito Santo e a relação com o dinheiro.
Aprender a diferença entre necessidade e desejo e a trabalhar com a planilha foi fundamental.
Muito Obrigado.”
Álvaro (Cirurgião Buco-Maxilo)
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“Eu me realizei muito nesse curso, sabia como cuidar das minhas finanças, mas não sabia como DEUS queria que eu agisse. Procurarei agora, ser um mordomo fiel e ter minha vida financeira norteada pelos ensinamentos de DEUS, bem mais feliz e fazer as pessoas mais felizes.
Muito obrigada à Ana Cecília e a Viviana, que Deus as abençoe.”
Silvia  (Médica)
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“É possível desfrutar deliberadamente do melhor que DEUS tem pra nós quando aprendemos a ser seu mordomo fiel. Isso o CURSO HORE nos ensinou.”
Mário (Administrador de Empresas)
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“Adorei o curso, achei formidável a oportunidade de aprender mais.”
Norma  - Eleita melhor aluna turma Maio 2012
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                O curso HORE me ensinou varias coisas: aprendi a pensar antes de gastar, e raciocinar: Eu preciso? Eu posso? Eu quero? , O que é necessidade? O que é desejo?E ,me controlar para, ter dinheiro reserva para os imprevistos,e ,alem dos imprevistos, guardar dinheiro para os sonhos que podem ser, pequenos ou grandes e, podem mudar,porque os sonhos são meus, e eu que decido.
Também já aprendi ser uma mini empresária, de: de sapatos, de maquiagem, de picolé, massagem, óculos, milhares de coisas, e ganhei muito dinheiro.
                  Aprendi o que é fluxo de caixa, que meus fornecedores precisam ser pagos,que o desconto não pode ser mais do que o produto me custou, aprendi sobre promoção, ela serve para liquidar o estoque e fazer caixa assim podendo partir para novas mercadorias, ser honesto sempre com o meu fornecedor, com meu cliente e com o meu empregado, e principalmente fazer tudo agradável a Deus e da maneira  que ele nos ensinou pela Bíblia.
Paloma  – 11 anos

Mogi Guaçú - Ficha de inscrição Novembro 2012


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Celibato



Esta coleção de imagens explicativas, sobre dúvidas comuns; são de 2 grupos de cristãos denominados:
unicadecristo.com e caiafarsa.wordpress.com
Esclarecer estas questões, nos dá conforto.
O HORE tem interesse em ajudar a divulgar o conhecimento da doutrina e fé e minimisar os conflitos entre os cristãos. Fazendo com que Católicos, Ortodoxos e Protestantes todos possam comungar de uma só taça e partilhar o mesmo pão.
Afinal, somos todos amigos do Cristo e temos o mesmo livro como fonte de sabedoria.
Cada grupo deve obediência ao seu pastoreio, no caso dos católicos: Ao Papa Bento XVI.
Triste é a ganância pelo dízimo que faz com que pessoas despreparadas, ignorantes e gananciosas ajam de maneira a dispersar as ovelhas e pior, colocá-las umas contra as outras.
Parabéns aos nossos irmãos de fé, que esclarecem com humildade e amor.
Trabalhando assim, para sermos UM só rebanho de Cristo.


Viviana Mason Balech

Horta criativa




O mal não tem presença na mesa do Senhor


Dízimo - Conversando sobre o Dízimo e as Ofertas

O HORE indica todos os livros do Pe. Cristovam Lubel, para informação e reflexão sobre o tema Dízimo.

O Dízimo, as ofertas e as taxas na história da Igreja

Nos séculos 16, 17 e 18 o dízimo foi tão mal utilizado que a maioria dos fiéis deixou de pagá-lo. "Por sua parte os economistas do século 18 eram hostis ao dízimo, porque não era calculado sobre a produção líquida; Adam Smith o condenou por não corresponder ao seu conceito de imposto; este deveria ser determinado e não arbitrário; a quantia a ser paga e a época do pagamento deveriam ser pré-estabelecidas.

Voltaire e os filósofos pretendiam demonstrar que o dízimo não era de direito divino. Os magistrados, o baixo clero e os agricultores eram inofensivos a esse tipo de imposto. Em consequência, numerosos libelos foram enviados ao Parlamento francês, pedindo ou a reforma ou a supressão dos dízimos. A Assembléia Constituinte da França resolveu finalmente extinguir esse uso.

Na noite de 4 de agosto de 1789, os deputados e o clero renunciaram a seus privilégios e, em particular, aos dízimos. Aos 21 de setembro de 1789, o rei Luis 16 promulgou o decreto que declarava extinta a praxe do dízimo. A nova legislação francesa estendeu-se às demais nações européias, de sorte que até 1848 foi abolida, em todo o continente europeu, a cobrança dos dízimos; ficou apenas uma pequena porção da Itália sujeita a esse regime, até 1887. A moção abolidora foi, em parte, inspirada pelo espírito anticlerical, mesmo antieclesial, que se implantou em numerosos países nos séculos 18 e 19. Em parte, ela se deve também às mudanças radicais por que passou o século 19, nos setores sociais e industriais. Levem-se em conta, igualmente, os abusos e as retorsões por que passou a prática do dízimo, tornando-a muitas vezes antipática ao povo de Deus. Por último, é de notar a contribuição que o espírito capitalista deve ter dado ao descrédito e ao declínio do sistema de dízimos. G. Lepointe escrevia, em 1949, que o dízimo ainda subsistia entre os maronitas, nas ilhas anglonormandas e no Canadá" (Pastoral do Dízimo, CNBB, 1978, pp. 34-35).

Quanto às taxas, ou espórtulas, é suficiente recordar que nos primeiros séculos os sacerdotes e diáconos recebiam as ofertas que os fiéis levavam para as celebrações, delas retirando o suficiente para o próprio sustento e para a realização do culto, além de auxiliar os mais pobres. Com o tempo, as ofertas em espécie foram diminuindo ao mesmo tempo em que eram substituídas por dinheiro e entregues à comunidade.


Com o aumento do número de celebrações, "teve origem a prática de oferendas especiais, destinadas apenas ao celebrante, a quem se pedia aplicasse o fruto ministerial do sacrifício a determinada intenção" (Idem, 1978, p. 41). No século 12, as espórtulas se tornaram a forma ordinária de se retribuir ao sacerdote pela Missa – ou outra celebração – que ele realizava na intenção deste ou daquele fiel.

Como parecia que os sacramentos eram comprados, muitos se posicionaram contra as taxas, como por exemplo Calvino, no século 16. Os papas Martinho 5º (1418) e Pio 6º (1794) reafirmaram a idoneidade e a necessidade das mesmas, propagando a sua prática. "A prática das espórtulas foi sucessivamente justificada pelos teólogos e canonistas no decorrer da história da Igreja. Assim, por exemplo, observava Santo Tomás de Aquino: ‘O presbítero não recebe dinheiro como preço da consagração da Eucaristia, mas como sustentáculo de sua subsistência’. As espórtulas não são preço do serviço religioso, mas são oferendas por ocasião de um serviço ou benefício sacro. Não se destinam a proporcionar lucro ao presbítero, mas, sim, a lhe permitir que seja um benfeitor por profissão e não de maneira acidental; propiciam-lhe consagrar sua vida e suas forças ao serviço do próximo" (Idem, CNBB, p. 42).

Algumas considerações finais: 1. O abuso na utilização do dízimo e das ofertas, registrado pela história da Igreja, foram exceção e não a regra. Contudo, o "mal feito" propagou-se com mais intensidade que o "bem feito"; 2. Como nos tempos da Primeira Aliança (AT), também na Nova Aliança (NT) um problema sobressai: o da sustentação dos ministros (especialmente bispos, presbíteros e diáconos). Hoje a situação é outra, como veremos nos próximos artigos; 3. As espórtulas, ao serem entendidas como compra de bens espirituais, foram desvirtuadas. Jamais a Igreja a empregou ou difundiu com tal intenção; antes, sempre condenou a simonia.

Em resumo: O dízimo e as ofertas sempre estiveram presentes na vida da Igreja porque ela necessita de bens materiais para se sustentar, para auxiliar os pobres e para cumprir com aquela que é a sua missão prioritária: a ação evangelizadora.

Coluna Padre Cristovam Iubel
http://www.paoevinho.com.br/coluna.php?id=4